Quinta, 17 Outubro 2019 08:13

CADEIA PRODUTIVA - ALGODÃO

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Mesa redonda debate a consolidação da cultura do algodão em Roraima...Objetivo é tornar o algodão como uma cultura de valor para o Estado

Por WESLEY OLIVEIRA

Durante mesa redonda nesta terça-feira, 15, no 1º Workshop da Cadeia Produtiva do Algodão, produtores do setor algodoeiro do Estado compartilharam experiência e debateram sobre a consolidação da cultura do algodão em Roraima.

O evento, preparado pelo Governo de Roraima por meio da Seapa (Secretaria de Agricultura, Pecuária e Abastecimento), serviu para demostrar as características da cultura algodoeira. Além disso, foi debatido sobre quais são tipos de sementes utilizadas, cuidados no cultivo e esclareceram quais as dificuldades e etapas de na produção para se alcançar a qualidade na cadeia produtiva, que para os empresários significa agregar valor ao produto.

Com uma larga experiência no mercado, o produtor de algodão Afrânio Vebber participou mesa redonda compartilhado as experiências e desafios que teve para trazer o algodão par o Estado.

“É muito importante o evento e parabenizo a Seapa e o Governo pela iniciativa de trazer essas pessoas para o Estado, são pessoas de renome que tem uma larga experiência em relação ao mercado do algodão e tudo isso contribui para nós que moramos aqui. Quando nós apostamos na cultura do algodão, apostamos por necessidade de encontrar alternativas que proporcionasse mais renda, trabalhamos sozinho, pagamos a conta e conseguimos trazer e mostrar que o algodão aqui em Roraima é produtivo”, enfatizou.

Palestra sobre cadeia produtiva do algodão em Roraima 2

SOLUÇÕES INOVADORAS

Entre os convidados para compor a programação do Workshop, veio o representante da FMC que é uma empresa global de produção, desenvolvimento e comercialização de produtos para proteção de cultivo, Bruno Giudicissi.

Na apresentação, Bruno mostrou como a empresa trabalha na cultura do algodão. De acordo com ele, a ideia é está ao lado dos agricultores no desenvolvimento e implantação da cultura no Estado.

“A FMC vai mostrar como trabalha na cultura do algodão, as nossas ferramentas, novas tecnologias e ferramentas que temos para lançar em curto período de tempo. É um prazer muito grande falar sobre o algodão que traz muita prosperidade para as regiões que chega a se instalar”, explicou.

A empresa Norte Americana do estado da Pensilvânia atua há 130 anos no Brasil, a PMC iniciou na produção de pulverizadores e tem como base segurança, integridade, sustentabilidade, respeito pelas pessoas, agilidade e foco no cliente. São os valores que pautam todas as ações da empresa no campo.

Atualmente a empresa investe 8% do ganho em produção de novas moléculas químicas e biológica, ou seja, investe em novos defensivos e novas sementes.

Giudicissi destacou ainda dois pontos importantes que deve ser consideradas como desafios para que a empresa atue próximo de área de fronteira, que são: logística e informações locais.

“Os principais desafios quando a gente fala de fronteira, uma região que fica na distante e longe de onde são produzidos os defensivos da indústria. O primeiro é a logística, que precisa de planejamento com antecedência e o segundo são as informações locais, que devem ser geradas aqui, no local de produção junto aos produtores”, destacou.

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Fotos: Neto Figueredo