Quinta, 17 Janeiro 2019 11:39

ELE TAMBÉM DEFENDE O MESMO QUE BOLSONARO

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Mecias de Jesus apoia Decreto que flexibiliza posse de armas de fogo...“Eu sou totalmente favorável que o cidadão possa ter na sua residência uma arma para se defender”

Eu sou totalmente favorável que o cidadão possa ter na sua residência uma arma para se defender. O presidente acertou tomando uma decisão em defesa do cidadão de bem, desde que a polícia esteja constante analisando e verificando quem está com arma na rua ou não”, afirmou o senador eleito Mecias de Jesus.

Mecias de Jesus se manifestou favorável à publicação do Decreto Nº 9.685/2019, que flexibiliza a posse de armas de fogo para os cidadãos brasileiros, assinado nesta quarta-feira, (15), em Brasília-DF, pelo presidente Jair Bolsonaro - a quem se mostra a cada dia mais aliado com o seu PRB, único eleito por sinal dopartido como senador.

Desta mesma forma também se alinha na defesa do posse de arma é o deputado federal Jhonatan de Jesus (PRB/RR).

Pelas novas regras, o cidadão brasileiro que se enquadrar nos critérios estabelecidos no Decreto, poderá ter a posse de uma até quatro armas de fogo em sua residência ou empresa da qual seja o responsável ou proprietário.

De acordo com o Decreto, moradores de área urbana ou rural poderão manter armas de fogo em casa, desde que cumpridos os critérios estabelecidos e que serão examinados pela Polícia Federal.

Continuam valendo os requisitos de ser maior de 25 anos de idade, não ter inquérito policial ou processo criminal contra si, comprovada capacidade técnica e aptidão psicológica atestada em laudo, além de ter ocupação lícita e residência fixa. Estando apto, o cidadão poderá ter até quatro armas, limite que pode ser ultrapassado em casos específicos. O decreto também prevê que o prazo de validade do registro da arma, hoje de cinco anos, passará para dez anos.

Mecias ressaltou que a população não deve confundir o teor do Decreto, que trata apenas da posse e não do porte de armas de fogo. “A diferença é que posse permite ao cidadão ter uma arma apenas na sua residência ou na empresa. Já o porte, permite ao cidadão andar com a arma fora desses ambientes”, explicou o senador.