Terça, 01 Fevereiro 2022 09:02

A PREOCUPAÇÃO EM TER MAIS MULHERES NA POLÍTICA

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À FRENTE DESTE PROCESSO TEM A DEPUTADA LENIR RODRIGUES À FRENTE DESTE PROCESSO TEM A DEPUTADA LENIR RODRIGUES

MULHER NA POLÍTICA…Programa de Defesa dos Direitos Humanos vai incentivar novas adesões

Reforçar a representatividade da mulher no cenário político é uma das metas e faz parte do planejamento e estratégias do Programa de Defesa dos Direitos Humanos e Cidadania da Assembleia Legislativa de Roraima (ALE-RR) para o ano de 2022.

Comandado pela deputada Lenir Rodrigues (Cidadania), a entidade vai lançar duas cartilhas voltadas para os direitos humanos e cidadania, além de firmar parcerias com instituições, como as da pessoa com deficiência, do idoso e da criança.

Há quatro meses em funcionamento, o Programa, durante este período, preparou a estrutura física e investiu na capacitação da equipe. “Trabalhamos na implantação, fazendo lives, fórum, panfletagem e capacitando a equipe. Fomos aos municípios ouvir as comunidades, além de atendermos idosos, mulheres e crianças, encaminhando todos para a rede de proteção”, disse Socorro Santos, diretora do programa.

A coordenadora do Centro de Incentivo às Mulheres na Política, Antônia Calheiros, informou que a equipe está capacitada para mobilizar as mulheres a entrarem na política partidária.

“Vamos até as líderes de cada bairro, que mobilizam as mulheres para ocupar o que chamamos de espaço vital. Promovemos a formação contínua porque muitas delas não têm conhecimento da realidade, dos espaços políticos que podem ocupar concorrendo a mandatos eletivos”, explicou. “O que fazemos é mobilizá-las para que preencham esses espaços que pertencem a elas e sejam protagonistas da própria história dentro da política”, acrescentou.

Conforme detalhou, a ideia é formar multiplicadoras. “Queremos que essas mulheres empoderem outras, porque nas comunidades existem aquelas que desejam concorrer a um mandato, mas que acham não ser possível por falta de condições financeiras e de conhecimento. As políticas públicas feitas por mulheres são mais sensíveis ao gênero, então, elas entrando na política, com certeza seremos mais assistidas’, enfatizou.

 

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Texto: Marilena Freitas

Foto: Eduardo Andrade / Tiago Orihuela / Marley Lima 

SupCom ALE-RR