Quinta, 18 Novembro 2021 10:51

PARLAMENTO RECEBE EDUCADORES PARA DEBATER

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Comissões da Assembleia Legislativa recebem trabalhadores da educação para debater peça orçamentária...Pauta contemplou pagamentos de periculosidade, progressões e reparação salarial

As Comissões Permanentes de Educação, Desporto e Lazer e de Orçamento, Fiscalização Financeira, Tributação e Controle, da Assembleia Legislativa de Roraima, receberam na noite desta quarta-feira (17) representantes do Sinter (Sindicato dos Trabalhadores e Trabalhadoras em Educação) para discutir demandas para a peça orçamentária 2022.

Entre elas, estavam pagamento de progressões, reposição salarial (cuja perda é estimada em 36%), pagamentos de precatórios para os trabalhadores e o enquadramento de ex-servidores. Na reunião, a presidente da Comissão de Orçamento, deputada Aurelina Medeiros (Pode), apresentou a previsão orçamentária para o ano que vem, estimado pelo Governo do Estado.

“Foi muito boa a reunião porque eles conheceram o que o Estado dispõe e o que vai fazer. Claro que toda a categoria tem seus anseios”, explicou a parlamentar.

GÁS PARA MOBILIZAR

Parte das demandas está prevista no projeto de lei para o orçamento anual (LOA). “Na discussão, soubemos que há previsão orçamentária e isso nos dá um gás para que a gente continue essa mobilização em torno desse reajuste. São mais de seis anos sem reajuste salarial”, contou a diretora do Departamento das Mulheres do Sinter, Antônia Pedrosa

Com salários congelados, o orçamento dos profissionais da educação não caminha com a inflação. “Vamos continuar mobilizados porque esse reajuste é uma das principais pautas, não deixando de lembrar das outras, como as progressões e precatórios de servidores estaduais que ganharam ações na Justiça e querem receber os direitos”, continuou Antonia.

O presidente da Comissão de Educação, deputado Evangelista Siqueira (PT), conduziu o diálogo com a categoria e garantiu que vai continuar no debate e na busca pelo cumprimento dos direitos dos trabalhadores.

“A reposição salarial se torna prioritária devido à discussão da lei orçamentária, que precisa ser fechada no fim do ano, e a gente precisa encontrar respostas”, disse o parlamentar.

 

 

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Texto: Yasmin Guedes

Foto: Eduardo Andrade

SupCom ALERR