Domingo, 09 Maio 2021 09:04

A IMBECILIDADE DO JORNALISMO HOJE

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A jornalista e apresentadora da CNN Brasil Daniela Lima foi ao Twitter na manhã deste sábado (8.mai.2021) para rebater críticas recebidas nas redes sociais por comentário feito ao vivo sobre a operação policial que deixou 28 mortos no Rio de Janeiro.

Daniela foi acusada de, num comentário feito na 6ª feira (7.mai.2021), ter supostamente minimizado o fato de “só” 1 policial ter morrido na operação.

“Uma operação policial que chega em um lugar para prender 21 pessoas, prende 6 e deixa 25 mortos, precisa ser olhada de perto. Conseguiu o feito macabro de ser a operação mais letal da história do Rio de Janeiro”, disse a apresentadora –ainda antes de o número de vítimas ser atualizado para 28, o que foi feito pela Polícia Civil do Rio na noite de 6ª (7.mai).

“O discurso da polícia é que tava todo mundo fortemente armado. Aparentemente, estavam muito armados, mas não sabiam atirar né. Porque eram 24 armados e mataram só 1 do outro lado, mas morreram todos esses né”, completou Daniela.

O vereador Carlos Bolsonaro (PSC), filho do presidente Jair Bolsonaro, foi um dos que criticaram a jornalista pelo seu comentário. “É surreal no que se transformou o jornalismo brasileiro!”escreveu Carlos. Recebeu o endosso de Mario Frias, secretário de Cultura do governo. “Essa moça adora pagar mico. Especialidade dela”

Carlos Bolsonaro também compartilhou trecho do vídeo (tuíte abaixo). Também foi publicado por outros bolsonaristas, como o deputado Carlos Jordy (PSL-RJ) e o presidente da Fundação Palmares, Sérgio Camargo.

Também pelo Twitter, Daniela disse que estava criticando a tese de que houve confronto na favela do Jacarezinho, como informou a polícia. “Eu, ao contrário de alguns, não queria NINGUÉM MORTO”publicou a jornalista.

Mais tarde, Daniela publicou mais duas mensagens. “Para encerrar: em nenhum momento quis minimizar a morte do policial. Rogo por um país em que a polícia não tenha que matar e muito menos que morrer. Que tenha condições de, com segurança, cumprir a lei. Prender quem deve ser preso”.

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