Quinta, 03 Junho 2021 09:39

PRESIDENTE RECORRE AO GOVERNO FEDERAL

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Presidente da Aleam Roberto Cidade Presidente da Aleam Roberto Cidade

Presidente Roberto Cidade recorre ao Governo Federal para ajudar municípios atingidos pela cheia

AINDA QUE TODO ANO O POVO MANAUENSE VIVA ESTA SITUAÇÃO DE ENCHENTES, E TODO AS PROBLEMÁTICAS ORIUNDAS DISTO, A CADA ANO sempre surge regiões, que são mais atingidas e população tende a sofrer mais. Diante destes casos quando 58 municípios amazonense estão criticamente afetados é que o presidente da Assembleia Legislativa do Estado, deputado Roberto Cidade tomou a iniciativa de ir até o Governo Federal, por meio de indicação, solicitando ajuda humanitária para minimizar os prejuízos causados pela alta dos rios.

O rio Negro, segundo Roberto Cidade atingiu nesta semana a marca de maior enchente da cidade de Manaus, 29,98 metros.

Apesar de ser algo que todo ano acontece, porém, o Centro da cidade sofre grande transtorno e prejuízo à população afetada. Neste documento enviado ao Presidente da República, Jair Messias Bolsonaro, Roberto Cidade expõe todo um quadro realista que o manauara sofre.

 “A cheia dos rios, acima do esperado para o período, além de desabrigar pessoas e alterar a rotina da população, atinge diretamente uma das principais fontes de renda das famílias do interior do estado e da zona rural de Manaus, a agricultura familiar”, pontuou.

Segundo a indicação, produtores agrícolas acumulam perdas da ordem de R$ 70 milhões (setenta milhões de reais), dado preocupante para um período já conturbado para a economia, como o da pandemia.


Cheias no Amazonas

O fenômeno da enchente e vazante dos rios da Bacia Amazônica já fazem parte do cotidiano do caboclo amazonense todos os anos. Entretanto, as mudanças climáticas do planeta têm afetado diretamente a maior bacia hidrográfica do mundo, fazendo com que fenômenos, antes raros, aconteçam com maior frequência nos últimos anos.

Exemplo disso são as cheias históricas no Estado do Amazonas, que durante muitos anos mantiveram-se em níveis aceitáveis, mas nos últimos anos tem alcançado níveis alarmantes, a exemplo da cheia do ano de 2012 e da atual que ainda está em curso.

 

 

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Foto: Evandro Seixas