Sexta, 01 Janeiro 2021 11:23

TEMPOS DE REVOLTA EM SÃO GABRIEL DA CACHOEIRA

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REDAÇÃO AgNORTE.com.br

Por Marlen Lima

O ano novo entrou, mas, para os professores de São Gabriel da Cachoeira, lá na ponta do Amazonas, de novo não existe nada a ser celebrado, e, sim, o que se vê é muita amargura.

Isto porque o prefeito Curubão, reeleito numa eleição cretinamente falseada, comprada, abusada em todos os vícios de ilicitudes, não pagou o abono salarial aos senhores educadores, e desde o dia 31/12, ontem, os professores ocupam a sede da Prefeitura reivindicando o que lhes é de direito. Esta é só mais uma cobrança do povo, entre tanto outros atos ilícitos deste prefeito.

O dinheiro do Fundeb que deveria ir parar para as contas dos professores não foi pago, e a grita por lá está geral!

Curubão, que promete na posse de hoje, 1/1, diz que fará uma festa grandiosa trazendo indígenas de várias localidades do município, tudo com a farra do dinheiro público aplicado desonestamente.

Daí, os professores estão revoltados exigindo que a lei seja cumprida, e a justiça passe a ter seus olhos em São Gabriel da Cachoeira.

Curubão, que é do PT, tem uuma ma administração marcada pela estrela do desvio de recursos, onde os últimos quatro anos São Gabriel amarga índices baixíssimos de piora em todas as áreas, justamente porque o rico solo desta terra tem servido apenas para locupletar o prefeito e seus asseclas petistas, Amazonas afora e até membros do partido em Brasília/DF são beneficiados pelos desvio de recursos.

O Ministério Público já encampa ações contra Curubão, que por fraqueza da lei toma posse nesta sexta, 1.

Não deveria!

Isto porque as muitas provas de que houve compra de votos, onde empresários doaram ilegalmente gasolina, um ouro nas comunidades indígenas, que tem ludibriado o povo de São Gabriel. 

Espera-se que a justiça seja célere e possa recompor a legalidade, a ética de volta ao município, que hoje sofre pela malversação do dinheiro público, e isto de forma descarada!

A estrela do PT representa mais do que nunca o falsete de um socialismo que só atende uma elite, enquanto o povo fica à míngua.