Sábado, 30 Novembro 2019 13:19

BLITZ EDUCATIVA CONTRA VIOLÊNCIA A MULHER

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Na manhã desta sexta-feira, 29, policiais civis da Deam (Delegacia Especializada de Atendimento à Mulher) e do DPE (Departamento de Polícia Especializada), participaram de uma blitz educativa com reflexões sobre a violência contra a mulher, em 10 pontos diferentes da Capital.

A ação faz parte da programação alusiva aos “16 Dias de Ativismo Pelo Fim da Violência Contra a Mulher”, desenvolvida pela Coordenação de Políticas Públicas da Setrabes (Secretaria de Trabalho e Bem-Estar Social) junto com todos os órgãos que compõem a Rede Estadual de Enfrentamento a Violência Contra a Mulher, ocorre desde o dia 25 de novembro e segue até o dia 10 de dezembro. 

Conforme diretora do DPE, delegada Elivânia Aguiar, a Polícia Civil tem se empenhado para alcançar todos os públicos em prol da causa.

 “A Polícia Civil tem participado ativamente desta campanha pelo fim da violência contra a mulher. Hoje, em especial, encampamos esta ação educativa, que envolve toda a rede de enfrentamento do Estado de Roraima. Nossos policiais estão nas ruas mostrando a importância do enfrentamento a todos os tipos de violência contra mulher”, destacou.

Somente nesta semana já foram realizadas ações como a Operação denominada “Marias”, que cumpriu 18 mandados de prisão e também a reinauguração da Sala Lilás do Instituto Médico Legal (IML), que contou com ampliação e instalação de uma brinquedoteca para atender as vítimas de violência de forma mais humanizada.  

Para o próximo dia seis de dezembro esta prevista mais uma ação. Conhecida como “A campanha do Laço Branco”, o evento irá acontecer no Pátio Roraima Shopping, e é voltado para o público masculino.

 “Essa iniciativa visa chamar os homens, pois eles também precisam participar das campanhas educativas e se empenhar para combater a violência contra mulher”, disse Aguiar.

A coordenadora estadual de Políticas Públicas para Mulheres, Graça Policarpo, também esteve na ação e chamou a atenção para os tipos de violência que uma mulher pode sofrer.

 “A mulher pode sofrer cinco tipos de violência: a psicológica; a moral; violência sexual; violência financeira, além da violência física. Então é importante alertar a sociedade que muitas vezes não reconhece esses tipos como violência. É preciso olharmos de forma mais profunda, pois a mulher é o centro da família e muitas vezes o agressor está dentro de casa e, sim, nós devemos nos envolver e protegê-las dessa violência tão cruel e, infelizmente, tão comum”, concluiu.