Segunda, 22 Fevereiro 2021 08:40

Não adianta justificar, foi acovardamento

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UM VERDAEIRO ACOVARDAMENTO DE UMA NOVA CÂMARA FEDERAL QUE O POVO ACHOU QUE ESTAVA NASCENDO com a vitória de Arthur Lira, porém, o que se viu foram 364 deputados optando em se ajoelhar com medo da STFcracia.

Mas, ainda assim, o povo viu 130 homens e mulheres de forma bravil em defender, não as falas e atos do deputado federal Daniel Silveira, mas, sim defender o direito deste e de todos em poder expressar sua opinião, o que a Constituição reza. 

Mas, os acovardados deputados, e a bancada de Roraima, tirando um deputado, o restante foi de falta de coragem em se posicionar pela verdade, pelo correto, e vem o deputado Édio Lopes dizer que Silveira não agiu como um deputado deveria...Oras!

O que Édio está falando?? Será que o deputado é mais ético e transparente em suas ações que Daniel Silveira??! Será que Édio ao falar em posicionamento está ele agindo em respeito à Constituição?! 

Se Silveira agiu de forma incorreta, falou de forma agressiva, passou dos limites em sua liberdade de expressão além do mandato que lhe foi dado pelo povo carioca, ok!

Então, que a Câmara, e Édio como membro desta, enquadrasse o deputado Daniel Silveira, e lhe dava o seu juízo em Plenário, agora, não se pode aceitar que venha um togado, sujo, que cospe na cara de cada brasileiro quando age em defesa dele e de seus ministros rogados. Édio vem em defesa desse STF sujo, e não da justiça real dos fatos que seria dar a liberdade à Daniel Silveira.

Édio disse ao jornal Folha - "Não podemos confundir em nenhuma hipótese liberdade de expressão, com libertinagem de expressão, a liberdade minha vai até o limite da constituição, não posso usar isso para criar fake news como é acusado o deputado para acabar com a vida de qualquer que seja. Todos os dias, o presidente da república também é metralhado por notícias falsas, isso não é liberdade de expressão e precisa ser punida na minha avaliação. Nós, nos lembramos do regime de 64 que o brasileiro não tinha acesso as informações, as páginas saiam em negro, por que foi mandado tarjar. Acredito que foi um linguajar inadequado para um representante, não é uma questão fácil de ser interpretada, mas não podemos dizer que não houve nada e que não foi cometido um crime" relata um deputado que ele próprio diz que é um caso difícil interpretação, mas, o que está claro para o país todo é que a prisão de Silveira é, sim, uma afronta e recado que o STF manda para que se calem diante dele.

Roraima pecou feio com seus representantes que agiram uns covardemente, outros, cegamente, e inocentemente difícil que isto tenha acontecido.

Câmara ainda voltará a ter este tema da prisão se mantida ou não a Daniel Silveira. Nesta segunda, 22.

E neste segundo momento espera-se que mais homens e mulheres como os 130 que votaram pelo não acatamento do STF surjam para libertar não o deputado Daniel pelo oque falou, mas, pelo o que sua prisão representa.