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SUELY VAI PARA MAIS UMA GUERRA

REDAÇÃO AgNorte

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Por Marlen Lima

Uma coisa é certa, a governadora Suely Campos não é uma mulher de fugir de uma inevitável guerra. E é uma guerra que se trava contra uma Oposição ao seu governo, que age de forma torpe, quando atua em ações de ilegalidade par aprovar uma CPI cheia de ilicitudes. 

Em Nota Oficial, Suely Campos enviou à imprensa o que ela qualifica como ato de pura irresponsabilidade a aprovação do Plenário da Assembleia Legislativa de Roraima (ALE), quando deputados acataram o relatório da CPI do Sistema Prisional. A governadora afirma que se trata de um ato forjado. Uma vez tendo sido deputada federal, ela destaca que o trâmite do processo que analisa sua administração, na ALE, "não obedeceu ao regimento interno da Casa".

Para a governadora, o que se vê é um factoide. “Esse grupo político se utilizou de um instrumento da democracia, a Comissão Parlamentar de Inquérito, para criar mais um factoide na tentativa de intimidar e desestabilizar o governo. O procedimento que culminou no relatório da CPI do Sistema Prisional contraria o próprio Regimento Interno da Assembleia Legislativa e não tem fundamento legal”, afirmou Suely.

Ao decidir, mais uma vez enfrentar diretamente seus opositores do parlamento, onde tem minoria, Suely mostra firmeza de que seu governo nada teme, e que a justiça mostrará isto. Ela destaca ainda que não é a primeira vez que sofre ameaça de impeachment.

"Desde o primeiro dia do seu governo, tenho sido vítima de uma incessante e implacável perseguição de políticos que foram os responsáveis pelo sucateamento da Educação, da Saúde e do próprio Sistema Prisional; pelo endividamento impiedoso dos cofres públicos e pelo abandono do Estado em todos os segmentos, simplesmente por ter contrariado os interesses escusos desses políticos, que eram os verdadeiros detentores de cargos públicos e de contratos milionários de fornecimento de alimentação na gestão anterior”, destaca ela, vai mais além ao afirmar que a atual pressão se deve porque cortou contratos com empresas suspeitas, e que atendiam aos interesses direto de deputados da oposição.

“Esse comportamento emanado da cúpula do Poder Legislativo se manifesta claramente por meio das inúmeras decisões da Assembleia Legislativa, flagrantemente contrárias ao interesse público. Nos últimos dias, parlamentares foram para a mídia declarar ‘guerra’ ao governo, para tentar impedir que a Polícia Civil avance nas investigações autorizadas pelo Poder Judiciário por supostos desvios no uso de diárias por parlamentares”, disse Suely.

Por fim, Suely afirma que não vai se intimidar, assim como fez ontem, fará hoje. “O meu governo, diferentemente do grupo dominante da Assembleia Legislativa, não teme qualquer espécie de investigação, desde que isenta e pautada no respeito ao devido processo legal”.

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