CARTAS MARCADAS e os sustos que Jalser toma...

CARTAS MARCADAS: STJ indefere habeas corpus de servidoras da ALE


Verona Sampaio Rocha Lima e Niura Cardoso de Souza tiveram sua resposta aos seus pedidos de liminar pelo Superior Tribunal de Justiça (STJ), que negou mais uma vez tal solicitação. Estas que estão presas, são ex-servidoras da Assembleia Legislativa de Roraima (ALE) que se toram condenadas por fraude em licitação. Presas desde 2016 quando foi posta em ação a Operação Cartas Marcadas, desencadeada pelo Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado (GAECO) do Ministério Público do Estado de Roraima (MPRR).

O relator do caso no STJ, ministro Ribeiro Dantas, alegou que a pretensão de liminar perdeu o seu objeto, uma vez que fazia referência aos feriados de Natal e Ano Novo. Em decisão recente, a ministra presidente do STJ, Laurita Vaz já havia mantido as medidas cautelares diversas da prisão das duas rés.

Na decisão anterior, a ministra presidente do STJ relatou que não foi desarrazoado o fundamento utilizado pelo Tribunal de Justiça de Roraima no sentido de que “a medida cautelar de recolhimento domiciliar, ao contrário do que alega o impetrante, não se apresenta desproporcional ou inadequada aos fatos teoricamente cometidos (organização criminosa, lavagem de dinheiro e falsidade ideológica), nem à situação pessoal das pacientes (que seriam as maiores beneficiárias dos desvios financeiros, cujos valores, frise-se, ainda não foram recuperados), pois visa à proteção do interesse público”, conclui

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Cartas Marcadas e nova prisão

Deflagrada em 2016, a Operação Cartas Marcadas desarticulou esquema de desvio de recursos públicos e lavagem de dinheiro na ALE envolvendo ao menos seis contratos totalizando mais R$ 8 milhões. As investigações do GAECO comprovaram diversas irregularidades em processos licitatórios que teriam começado a ocorrer em fevereiro de 2013.

Para alguns deputados, que pedem o anonimato, toda vez que surge algo sobre Carta Marcada quem se assusta é o deputado Jalser Renier, presidente do parlamento, onde se comenta que nada, absolutamente nada na Assembleia acontece desde que ele era ainda Primeiro Secretário quando da presidência de Chico Guerra, na legislatura passada.

Ser novamente preso é o que assombra Jalser. No segundo semestre do ano passado, ele esteve preso, não como devia, ficou encarcerado como em um hotel estivesse, num quarto no Comando Millitar da PM, em que tinha um quarto com ar condicionado, cama box, tv, mesa e banheiro próprio. Um luxo que foi visto por milhões de pessoas no Fantásitco da Globo! 

Jalser teme ainda não só o que a Polícia entregou aos Promotores, provas, gravações que indicam o seu nome... Mais, que isto, a tal delação premiada das presas acima é outro ponto que tem tirado o sono do presidente da ALE.

A verdade é que o presidente da ALE, desde 2015, notadamente Jalser é quem cuida do poder legislaivo como se sua casa fosse, e não há nenhum deputado que tenha coragem de peitá-lo em suas decisões, muitas vezes ações suspeitíssimas de ilícitos, ou via de regra que vão na contramão do papel do legislativo. 

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