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Quarta, 12 Fevereiro 2020 23:43

EMBATE SEMPRE SOBRE EXPLORAÇÃO NA AMAZÔNIA

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“Agência Nacional trava exploração de Petróleo e Gás em 18 áreas do Amazonas”, diz Josué

REDAÇÃO AgNorte

AGNORTE.COM.BR

Um confronto de informações federais e estadual coloca uma dose a mais na confusão que se cria, sempre, quando se fala em exploração de minerais na Amazônia. Isto porque logo surge todo tipo de politicagem, politiquisse sobre o que de fato é verdade, é engano, é erro, ou é super proteção à nossa região, que acima de tudo tem riquezas que podem, sim, ser exploradas onde todos sejam beneficiados, índios e não índios.

Dito isto é que o presidente da Assembleia Legislativa do Amazonas (Aleam), deputado Josué Neto foi à Tribuna para esclarecer alguns pontos. Segundo ele, existe afirmações de órgãos do Estado e Federal que batem de encontro com outro órgão federal. 

“O Ipaam (Instituto de Proteção Ambiental do Amazonas) já disse que essas áreas (região do rio Amazonas) não são áreas indígenas, ou seja, são áreas que a atual legislação permite a exploração do petróleo e do gás. Só que aí vem o jabuti, e a Agência Nacional de Petróleo (ANP) está dizendo que essas áreas são terras indígenas, o que é uma contradição, pois o Ipaam e a Funai (Fundação Nacional do Índio) revelam em um estudo que elas não são áreas indígenas”, disse Josué.

Para Josué está muito claro que, “existem áreas no Estado do Amazonas, que podem se explorar o petróleo e gás e não são áreas indígenas”e nelas estão “a redenção do povo do Amazonas”.

Josué Neto explicou ainda que essa atual problemática requer atenção, pois remete desenvolvimento, emprego e riqueza, por meio, da indústria do petróleo nos Estados.

“A Texaco, Esso, as multinacionais americanas, árabes, européias, enfim querem vir para o Amazonas investir no petróleo, e aí a Agência Nacional de Petróleo está dizendo que não pode porque o que está ali é área indígena. O que a ANP fez? Ela retirou essas áreas dos blocos que podem ser explorados. Sabe o que Agência está querendo dizer com isso? Não, o povo do interior do Amazonas e também, claro, de Manaus tem que continuar na miséria. Nós não podemos explorar petróleo no Amazonas. É isso que Agência Nacional está dizendo”, revelou o presidente da Aleam.

mapa amazonia

Blocos

Hoje, o relatório da FUNAI, diz, segundo o presidente da Aleam, '18 dos 26 blocos exploratórios não estão em terras indígenas e já poderiam estar sendo explorados'. Assim, desta forma o Estado do Amazonas e a União podem se beneficiar com a atração de investimentos, geração de empregos, renda, desenvolvimento e riqueza.

“Só no momento de pesquisa dessas áreas serão investidos R$ 200 milhões no Amazonas, caso essas pesquisas encontrem o êxito, alcance o sucesso, esses investimentos se tornarão bilhões de dólares nos próximos 20 anos para o Estado do Amazonas. Se a Agência Nacional de Petróleo não reinserir essas áreas como blocos nunca a Zona Franca de Manaus terá uma alternativa de emprego, renda e riqueza para nossa região”, frisou Josué Neto, que destacou que a Assembleia Legislativa deve trabalhar em conjunto com a Bancada Federal pelo o desenvolvimento do Estado.

Alternativas

Num discurso que pode até parecer repetitivo, mas, o Amazonas precisa buscar novas alternativas limpas que não destruam a natureza, assegura Josué, que enfatiza que, “não tem lugar nenhum do mundo que diz: ‘Nós estamos extraindo gás e acabou com a natureza, ou seja, é mentira. Quero deixar apenas muito claro, que quando falamos de exploração dos nossos recursos naturais nós não queremos ter novas matrizes econômicas para substituir o modelo Zona Franca de Manaus, não é isso, não é trocar um pelo outro, mas sim somar, agregar porque a Zona Franca não conseguiu realizar desenvolvimento, renda e emprego no interior do Amazonas”, finalizou o parlamentar.

 AMAZONIA

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Com ascom dep jn