TCE DEVE INVESTIGAR CIDADE UNIVERSITÁRIA

Luiz Castro encaminha indicação ao TCE-AM para que inspecione obras da Cidade Universitária

As obras da Cidade Universitária realizadas pela Universidade do Estado do Amazonas (UEA), em Iranduba (a 27 quilômetros de Manaus), foi tema do pronunciamento do deputado Luiz Castro (Rede), nesta terça-feira (12), no plenário da Assembleia Legislativa do Estado do Amazonas (Aleam). O parlamentar enviou uma indicação solicitando ao Tribunal de Contas do Estado (TCE-AM) que faça uma inspeção minuciosa na obra que se encontra abandonada.

Castro defende que sejam identificadas às causas dessa lamentável situação de desperdício e perda de recursos públicos por falta de planejamento, de uma visão clara, estratégica de planejamento orçamentário, desde a consecução do projeto até as obras inacabadas.

Os serviços iniciados em 2014 deveriam ter sido concluídos há dois anos. A empresa contratada ainda chegou a construir a estrada de acesso ao complexo, com oito faixas, o que representa pouco mais de 20% da construção, foi executado. O contrato com a construtora foi cancelado.

Merenda

A outra cobrança feita por Luiz Castro foi para a Secretaria de Estado da Educação (Seduc) para que lance o edital referente aos 30% de compras diretas da merenda escolar, que estão muito atrasadas.

O deputado explicou que são feitas duas compras para merenda escolar. Uma diretamente pela Seduc, com edital próprio do órgão, e outro feita pela Agência de Desenvolvimento Sustentável (ADS).

Na Seduc, Luiz Castro disse que já chegou o mês de junho e o edital até hoje não foi lançado. Na ADS houve diminuição de recursos para os pequenos agricultores, suas associações e cooperativas e houve uma inserção de empresas que vão comprar dos pequenos agricultores para fornecer para a ADS.

O deputado disse ter sido informado por um representante de uma associação de produtores rurais do interior que teve negada a sua aspiração de vender farinha para a ADS dizendo que ele tinha que comercializar no mercado. Castro disse que para surpresa do dirigente da associação que foi barrada a venda direta para a ADS, surgiu um atacadista interessado em comprar toda a sua farinha para fornecer para a merenda escolar.

Esse tipo de distorção, acredito que não seja do conhecimento do governador e dos seus representantes na Aleam”, disse Castro ressaltando que antes de fazer uma denúncia formal, vai repassar ao líder do governo na Aleam, deputado Dermilson Chagas (PP), as informações obtidas para que tome providências tanto com relação à Seduc como na ADS.

 

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