ban pref maio

.... Uma verdade deve ser dita, os filhos às vezes quase matam os pais...

REDAÇÃO AgNorte

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Por Bob

Cheguei a uma taberna, e conversei com a dona.... Disse em bom tom...

- Governar uma cidade não é fácil. Seja ela o tamanho que for. Ainda mais quando você nunca esteve à frente de uma administração pública, que realmente eleita para aquele papel, porém, tudo fica muito difícil. 

Mas, ainda assim, podemos dizer a grosso modo que administrar uma cidade é o mesmo que administrar a casa da gente. "Quem manda deve exercer esta função de forma bem clara, concisa, respeitadora, e caberá aos entes queridos aceitar este comando, não impondo novas regras e nem contrariando comandos". Ainda. Cabe a estes familiares deixar a governante trabalhar e fazer a sua parte não sendo obstáculos nesta administração. Leia-se: se manter na Página P de Política, e não P de Polícia.

Cabe a gestora impor seu papel de governar, firmemente, enquadrando assessores, em especial familiares, e expurgar asseclas. Ninguém mais hoje em dia merece bajuladores, 'éguas' que só servem para fofocar, disseminando o mal, cuspindo no prato que se come.  

Uma dona de casa não precisa de soberba. Uma dona de casa não precisa de vassalos. Uma dona de casa não precisa de bajuladores. E muito menos precisa de filhos querendo lhes cortar os pulsos.

Assim podemos aplicar o mesmo conceito em administrar uma cidade. Em resumo, uma boa educação de casa vai servir na hora de administrar uma cidade. 

A população saberá reconhecer uma casa limpa, transparente em ações, e trabalhos que vão ao encontro dos anseios popular. 

O que não se aceita mais nos dias atuais é o abuso dos entes queridos em cima da governante. Os filhos acham que o poder lhes pertence, que é algo que lhes foi dado e podem abusar em seu uso, como se isto fosse eterno.

- Ledo engano!

Filhos, disse a senhora, que não respeitam os pais, que usurpam o poder geralmente matam seus pais.... Uma morte lenta, que pouco a pouco vai de um desgosto descomunal para o abissal sentimento de dor, onde depressivamente expõe uma grave ferida popular que jamais parará de sangrar ... 

- Ahh! Filhos.... Eles nos matam seja de alegria ou de dor...

- É....Eles nos matam mesmo! - Disse a dona da taberna, que com marcas no pulso, me serviu uma marmita!

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