PREFGOV 4 M

Por Marlen Lima

A colunista Shirley Rodrigues, em sua coluna diária no jornal Folha de Boa Vista, expôs nesta quarta, 15, algo que tristemente tem crescido de forma negativa na bela cidade de Boa Vista.

É uma situação calamitosa, não é nenhuma novidade e a imprensa em si tem dado destaque a isto…O fato é que agora o que está acontecendo não espera mais à noite para lhe cobrir a vergonha, nem sob o luar lhe esconder os reais traços, mas, por conta da lua obter o melhor brilho ao corpo para que este seja vendido.

Refiro-me à prostituição que ocorre de forma descarada em noites, mas agora também durante o dia nas mediações da Feira do Passarão, no bairro Caimbé.

Quem procura sexo pode pagar as mulheres, que ali ficam nas ruelas, nas esquinas, nas paradas de ônibus, e na própria avenida que circunda o Passarão, e isto nos mais variados horários do dia, e claro, à noite.

A colunista mais lida expõe que não é de hoje, e é verdade, que aquela área do Caimbé é dada como local de prostituição, com a existência de vários “inferninhos” nas redondezas, com mulheres de todas as idades.

Resultado de imagem para prostituição no caimbé

Isto mesmo!

Pode-se ver mulheres novinhas, umas nem tanto, meninas onde arrisco dizer que são de menor, e até umas com mais de 40 anos, o que é uma ‘lonjura’ de idade, como diria o caboco, para quem vive desta mais antiga profissão, a prostituição.

Ali podemos ver mulheres que vendem seus corpos, já não mais tão alinhados ao calor dos desejos joviais, que tendem a procurar corpos mais malhados, curvilíneos, porém, neste mercado de ‘putas’ encontra-se magras, altas, gordinhas, gordas, baixinhas, roliças, esbeltas, ‘gostosonas’, e por aí vai.

Os preços variam conforme a negociação, e o que se percebe é que as ‘senhoras’ são mais baratas, que podem ir dos meros 50,00 reais a 80,00 até 100,00 reais por um momento de sexo.

A explicação melancólica deste crescente mercado de prostituição se deve a chegada desesperada de mulheres da Venezuela, que não encontrando trabalho habitual, vão se vender, e nisto houve um aumento absurdo de garotas de programa no bairro, e que por conta disto está trazendo um tremendo incômodo para os moradores do Caimbé.

Imagem relacionadaÉ o outro lado da moeda cruel da vida, quando muitas mulheres, mães, filhas, moças que moram no Caimbé que são confundidas com as garotas de programas, que circulam pelas ruas do bairro. O desconforto não é só mais pela noite, e, sim, pelo dia, e isto tem trazido muita insegurança aos familiares, porém, é de noite que isto aumenta já esposas, mães, filhas, que chegam do trabalho, da escola à noite, e são assediadas.

As venezuelanas, dadas como um País em que a beleza feminina é algo que é conhecido por todos, chegam para se prostituir e a disputa oferece ao mercado sexual mulheres que são formadas, como advogadas, médicas, secretárias, que viviam na sua terra Natal, porém, a crise aguda que o vizinho do Brasil vive, tem exportado um tipo de mercadoria que socialmente é muito marginalizada.

Agora uma questão: se a prostituição está tão aguda ali no Caimbé, tão incomoda, porque as autoridades não atuam para colocar um fim a este infeliz quadro da vida?

Boa Vista não merece viver com esta chagas que saiu da obscuras noites para ganhar o dia…Seriam como a Selena, vampira que vaga não só pelas noites, mas também pelo dia!!

parente fm

ban pref arraial17

© 2015 Agência Norte Online. All Rights Reserved. Designed By HM