UM ADEUS QUE FOI CEDO...Mas, obrigado cara!

Manaus - Um dia marcante e de uma tristeza que assola brancos, negros, amarelos, cabocos, índios, ricos, pobres, cristãos, judeus, ateus, em si todas as raças, fossem estas dos mais intelectuais aos mais abastados e ainda os mais renegados social, todos adoravam vê-lo, ouvi-lo...Caso único, provável, em que um jornalista consiga em vida e agora com sua morte reunir todos em um sonoro lamento por sua partida deste plano.

Ricardo Boechat era esse ser humano que generosidade e acidez em suas falas lhe dão sua maior característica ao lado da busca na perfeição de se trabalhar a notícia para unicamente servir ao seu basilar sentido, informar e prestar serviço de comunicar à população.

Sim, ele era contundente em servir ao povo, que de forma maestral sempre soube como se comunicar com a massa...Boechat era afiado e preciso, incisivo e eloquente, debochado, mas elegante, ações que andavam paralelamente juntas sempre neste trabalho de informar, e isto era sua vida!

Seu fogo apagou, sua vela se foi, talvez para nós, hoje órfãos deste comunicador, deste soldado da sociedade de informar, e informar bem, sentem que ele foi cedo, mas Deus Pai é quem sabe quando sua luz deve migrar para outro plano...

Do plano daqui ficamos a aceitar os desígnios de Deus, e oro eu pela alma de Boechat, bem como oro pelas graças de poder viver o muito deste mundo tão cheio de desamor, mas, era com amor e respeito que Boechat combatia o dia a dia, e isto nos servia, sim, como estímulo para sermos mais combatentes também de dias melhores, de um Brasil melhor, de um mundo mais justo!

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Assim, hoje, 11 de Abril se calou para sempre o homem, o pai, o amigo, o puto jornalista competente, virulento, apaixonado e extremo profissional em doses de total expressividade.

Morreu um workolic man que atuava 24 hr como repórter. Morreu um cara novo, 66 anos, e assim ele saiu de cena neste trágico acidente, que hoje o Brasil de ponta a ponta chora, lamenta, e reflete sua passagem como um grande homem, sim, com defeitos, e seus rancores, mas, muito de sua alegria de noticiar, com sua verve única, de ácido humor carioca, Boechat vai e nos deixa o seu forte sorriso de que acreditava, sim, no ser humano podia e deve ser mais...

Como profissional, sinto que perdemos a virilidade de um jornbalista ainda novo, e que tinha muito a nos dar a cada dia, a cada manhã na Rádio Band FM, onde se reinventou, e para o bem de uma Nação que lhe ouvia Brasil e mundo afora...Agora, além de manhãs mais cinzas, teremos noites de menos brilhos, pois da bancada do Jornal da Band teremos menos eloquência, e aquela leve e elegante acidez, nada visceral, mas, impactante...Sim, a notícia fluia e era isto que todos queriam, entender a notícia...

Um grande cara, a quem oro que nosso Deus o tenha em paz, e que valeu por tudo, e até os despropérios eram bem vindos, havia apenas ali um homem que ouvia, sabia ouvir e tinha necessidade de falar, de informar, de gritar para sociedade o seu pensar – e do lado dê cá a gente ouvia, como ouvia...

Obrigado Boechat!!

Adeus....

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